Biópsia CVS riscos e vantagens

Biópsia CVS riscos e vantagens

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Gestação

A biópsia do vilo corial é um exame que pode identificar doenças cromossômicas como por exemplo a Síndrome de Down entre outras doenças genéticas no bebê.
O médico extrai material da placenta e então é examinado em laboratório. O exame diagnostica trissomias como a do 21 (síndrome de Down), do 13 e do 18, e anormalidades ligadas ao cromossomo sexual (como a síndrome de Turner).
Neste exame pode-se tentar saber o sexo do bebê e fazer exame como o de DNA.
Como é feito a biópsia do corial?
Com uma agulha o médico extrai pequenas projeções da placenta, neste exame a agulha pode ser introduzida na barriga ou na vagina, vai depender da posição a placenta e do bebê para definir a escolha do médico.
No caso de punção trans abdominal, pela barriga, o médico pode aplicar uma anestesia local antes de inserir a agulha, para reduzir a dor.

cromossomo 21

Riscos da biópsia do vilo corial
A biósia do vilo corial pode trazer riscos de aborto, por isso esse exame só é realizado em casos em que as mulheres tenham risco elevado de ter um bebê com algum problema cromossômico ou genético, ou que tenham tido indícios nos exames do pré-natal, de que haja alguma alteração.
O risco de aborto é menor quando o exame é realizado por um medico com experiência, que faz biópsias do vilo corial com frequência, tanto pelo método pela barriga como pela vagina. Uma boa qualidade de imagem de ultrassom também contribui para reduzir o risco.
O tempo estimado para realização do exame é de 30 a 45 minutos, algumas mulheres sentem dor durante o exame e outras apenas um desconforto.
Quando a biópsia é realizada pela vagina caracteriza-se igual ao exame e Papanicolau e quando é realizado pela barriga a área pode ficar com um pequeno desconforto no local.

biopsia vilo corial

Vantagens da biópsia do vilo corial
O pré natal é muito importante na gravidez para detectar algum tipo de anomalia. Mulheres com hemofilia ou portadoras do gene da hemofilia devem realizar o diagnóstico pré-natal, tendo em conta todo o histórico familiar de situações de hemofilia, para determinar quais os riscos envolvidos.
O tipo de exame de diagnóstico pré-natal mais frequentemente realizado é a biópsia vilo corial. No entanto, esta não deve ser efetuada antes das 11 semanas de gestação, devido ao risco de complicações que representa para o feto. A biópsia vilo corial consiste na inserção de uma agulha no útero da mulher para remoção de uma amostra de placenta. A inserção pode ser transabdominal (através do abdómen) ou transcervical (através do cérvix).

Além da biópsia vilo corial, também é possível realizar uma amniocentese, ou seja, inserção de uma agulha no útero da mulher para remoção de uma amostra de fluido amniótico. Esta não deve ser realizada antes das 12-15 semanas.
Durante o primeiro trimestre a biópsia vilo corial é um procedimento mais seguro, quando comparada com a amniocentese e representa algumas vantagens em relação a esta, nomeadamente fornecer informação genética (contida no DNA) relevante sobre o feto no primeiro trimestre de gravidez.

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