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Vacinas combinadas

O que são vacinas combinadas

Primeiro ano de vida é sinônimo de um “batalhão” de vacinas que protegem as crianças de uma infinidade de doenças durante a vida. O incômodo de receber a vacina é que a maioria delas é realizada através de injeção. Criança apavorada, mãe mais apavorada ainda…

A injeção dói um pouco na criança e aumenta a ansiedade dos pais que não gostam de ver seus filhos chorarem. Infelizmente não tem como fugir. Para diminuir a choradeira das crianças e aumentar a comodidade dos pais, foram introduzidas as vacinas combinadas.

As vacinas combinadas são as vacinas que em uma única dose, isto quer dizer, uma única picada, protege a criança de várias doenças. Essas vacinas combinadas substituem a aplicação das vacinas em separado, diminuindo os efeitos colaterais, como febre e mal-estar.

Mesmo se as vacinas combinadas conterem proteção contra a Poliomielite, as crianças podem receber doses extras nas campanhas nacionais de vacinação.

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Cuidados na vacinação dos bebes prematuros.

É cada vez maior o caso de bebês prematuros. A consequência disso é o aumento também da atenção e dos cuidados com a saúde desses pequenos. Mas a vacinação desse grupinho às vezes é adiada por pura desinformação.

Muito se fala sobre o peso mínimo para se aplicar uma vacina ou quando o prematuro está hospitalizado não pode receber vacina. Mamãe, preste atenção: nem tudo o que se fala é verdade.

Os prematuros apresentam características que os tornam mais suscetíveis às diversas doenças, ficando mais vulneráveis às infecções respiratórias, menor reserva energética, desmame precoce, displasia broncopulmonar e internação prolongada.

A imunização do bebê prematuro já pode ser iniciada ainda na unidade neonatal respeitando sua idade cronológica. As condições clínicas desse bebê devem ser estáveis, isto é, o bebê tem que estar em fase de ganho de peso, sem apresentar distúrbios ou patologias graves.

As reações das vacinas são semelhante em bebês prematuros ou não, como febre e mal-estar. A Sociedade Brasileira de Imunizações listou alguns cuidados especiais devem ser tomados com algumas vacinas. Vejamos:

Influenza

A proteção contra o Influenza é ainda mais indicada para os bebês prematuros na mesma faixa etária que é recomendado rotineiramente, aos 6 e 7 meses de vida, com reforço anual.

Os bebês prematuros apresentam taxas de hospitalização e mortalidade pelo Influenza mais elevadas, especialmente em recém nascidos com patologias crônicas respiratórias e cardíacas.

Vacina Pneumocócica

O risco de um bebê prematuro desenvolver uma doença pneumocócica é maior do que os bebês nascidos a termo, assim como o risco também é maior nos recém-nascidos de baixo peso ao nascer. O esquema de vacinação é o mesmo, de três doses aos 2, 3 e 4 meses.

Vacina BCG-ID

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda a aplicação da vacina contra a tuberculose somente em recém-nascidos com peso superior a 2 quilos.

Vacina contra |Hepatite B

Crianças com peso maior que 2 quilos ao nascer respondem igualmente àquelas nascidas com peso e idade gestacional adequados. Após 30 dias de vida, todo bebê, independentemente de seu peso e idade gestacional, responde adequadamente à imunização com a vacina contra a hepatite B.

Por essa razão, recomenda-se a aplicação de uma quarta dose em todo recém-nascido com menos de 2 quilos que recebeu a vacina imediatamente após o nascimento, ou seja, com 0, 1, 2 e 7 meses de vida.

Prevenção da Infecção pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR)

O VSR é o principal agente das infecções respiratórias que acometem o crianças menores de 1 ano de idade. Em bebês prematuros, o risco de uma evolução mais grave é grande e a hospitalização deles é 10 vezes maior do que bebês nascidos a termo.

A imunização é recomendada para prematuros com idade gestacional inferior a 28 semanas com até 1 ano de idade.

Também deve ser aplicada nos prematuros com idade gestacional entre 29 a 32 semanas até o sexto mês de vida ou superiores a 32 semanas que apresentem dois ou mais fatores de risco.

Para deixar claro às mamães, os tais fatores de risco são crianças institucionalizadas, irmão em idade escolar, poluição ambiental, anomalias congênitas de vias aéreas e doenças neuromusculares graves.

As outras vacinas do calendário de vacinação infantil devem ser administradas de acordo com a idade cronológica do bebê recomendada.

Além da vacinação do bebê prematuro, outros cuidados devem ser realizados para prevenir doenças nesse grupo. Aleitamento materno, não fumar perto do bebê e retardo no início de freqüência a escolas e creches são fatores de diminuição de risco de aquisição de doenças respiratórias.

Outra medida de proteção ao bebê prematuro é a vacinação atualizada de todas as pessoas que lidam com o pequeno.

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Vacina: o fiel amigo de seu filho

Sabe aquele irmão mais velho que não deixava ninguém chegar perto de você para tentar te machucar? Muitos não tiveram uma figura na família que o defendesse com unha e dentes, mas todos têm um “amigo do peito” chamado vacina.

A vacina é muito mais que um simples parceiro. Ela é amiga pra toda hora, pois oferece imunização, protegendo crianças, adultos e idosos contra diversas doenças causadas por vírus e bactérias.

Mas por que a vacina é tão eficaz e imprescindível para uma vida saudável de um bebê, por exemplo? Muito simples. A vacina é feita com os próprios microrganismos que causam as doenças, porém sem poderes de ataque. Com isso, a pessoa passa a ter anticorpos já conhecidos das doenças, facilitando na queda-de-braço com a enfermidade.

A vacina inibe o desenvolvimento da doença, pois forma anticorpos contra ela, mesmo se entrar em contato com o microorganismo “forte” da doença.

Portanto, vacinar seu filho é mais que uma questão de preocupação com a saúde do pequeno. É uma forma de demonstrar amor e proteção. Só dessa forma ele estará protegido contra doenças que nem sempre têm cura. Todos os anos, 3 milhões de vidas são salvas por causa das vacinas.

Quer mais vantagens da vacina? – As vacinas são mais eficazes no controle das doenças do que a medicação usada para a cura, além de serem um método mais barato para controle da saúde pública.

Outro ponto importante das vacinas é fazer com que os microorganismos não fiquem resistentes aos antibióticos. Quanto maior o uso das vacinas, menor o número de casos de doenças, menor a quantidade de antibiótico usada e, assim, menor o número de microorganismos mutantes resistentes ao remédio.

Lembre-se, mamãe: por mais importante que seja a vacina, nunca deixe de levar seu filho a um pediatra. O médico do seu filho é o profissional mais aconselhado para indicar quando e qual vacina aplicar.

Toda criança precisa de “vacina” de carinho eterno. Por isso, pais, sigam rigorosamente o calendário de vacinação e não percam datas importantes de vacinação. Seu filho merece ter saúde para viver feliz!

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Tríplice viral e a proteção contra:Sarampo, Rubéola e Caxumba.

Como apresenta no próprio nome, a Tríplice Viral protege a criança de três doenças: Sarampo, Rubéola e Caxumba. É aplicada através de injeção em dose única aos 12 meses de idade e um reforço entre os quatro e seis anos de vida ou nas campanhas de segmento. Não é necessária a aplicação de mais de duas doses.

A SRC é encontrada na Rede Pública de Saúde. Depois da aplicação pode ocorrer febre baixa e coriza. Caso a febre ultrapasse 38o.C, pode-se usar um antitérmico.

Sobre as doenças

Sarampo

O sarampo é causado por um vírus e ainda é uma das causas mais freqüentes de morte em crianças no mundo, principalmente onde a vacinação não é satisfatória.

É uma doença transmissível de pessoa para pessoa através das secreções do espirro, fala e tosse, principalmente em ambientes fechados. A transmissão acontece quatro dias antes da aparição das manchas avermelhadas pelo corpo e até quatro dias depois.

Os sintomas aparecem depois de dez dias da infecção: febre alta, tosse, coriza e manchas avermelhadas pelo corpo. Podem ocorrer complicações principalmente em crianças menores de cinco anos, como diarréia, otite e pneumonia. A encefalite (acometimento do sistema nervoso central) pode ocorrer de um para cada mil casos.

Não existe tratamento específico para o sarampo e, sim, para melhora dos seus sintomas.

Rubéola

É uma doença transmissível de pessoa para pessoa e a rubéola só se “pega” uma vez na vida, já que o corpo cria sua auto-defesa depois do primeiro baque. A transmissão ocorre através das secreções da fala, tosse e espirro de uma pessoa contaminada.

O período de transmissão é de uma semana antes até cinco ou sete dias após o aparecimento das manchas avermelhadas no corpo.

Na metade dos casos os sintomas podem não aparecer. Quando aparecem, ocorrem cerca de 15 dias depois da infecção. Os sintomas mais comuns são febre baixa, aumento de gânglios no pescoço, manchas avermelhadas na pele, começando pelo rosto, passando pelo tronco e membros, chegando aos pés.

É uma doença mais comum em crianças e aparece como se fossem picadas de mosquito na pele.

Como os sintomas se assemelham a muitas doenças virais, somente um exame sorológico diagnosticará a rubéola. Também não há tratamento específico para a rubéola, somente para amenizar seus sintomas.

Caso o vírus da rubéola infecte gestantes, principalmente no primeiro trimestre da gestação, pode causar aborto, morte do feto, parto prematuro e mal-formações congênitas.

Caxumba

A caxumba é uma doença transmissível de pessoa para pessoa através das secreções da fala, tosse e espirro de pessoas infectadas.

Às vezes é assintomática ou apresenta sintomas leves como febre e aumento das glândulas salivares. Se a doença agravar, pode ocorrer o comprometimento do o sistema nervoso central (meningoencefalite) e testículos (orqui-epididimite) e, em casos muito graves, resulta em surdez e esterilidade.

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Difteria, tétano e coqueluche (Tríplice Baciteriana)

Como apresenta no próprio nome, a Tríplice Baciteriana protege a criança de três doenças: Difteria, tétano e coqueluche. É aplicada através de injeção em 5 doses, aos 2, 4 e 6 meses através da da vacina Tetravalente e dois reforços apenas com a Tríplice Bacteriana (DTP) ao 15 meses e o segundo entre 4 anos e 6 anos.

É encontrada na Rede Pública de Saúde. Depois da aplicação pode ocorrer febre baixa, irritabilidade e dor no local da aplicação.

Vacina Tríplice Bacteriana acelular (DTPa)

Essa vacina previne contra as mesmas doenças da Tríplice Bacterina (DTP), porém as reações adversas são menos frequentes e menos intensas. O esquema vacinal é mesmo da DTP. Mas não está disponível na rede pública de saúde.

Sobre as doenças

Difteria (Crupe)

A difteria, também conhecida como crupe, é uma doença que tem como contágio o contato com os infectados, com suas secreções ou com os objetos contaminados por eles. Normalmente se manifesta nos meses frios e atinge, principalmente, crianças de até 10 anos. Começa como se fosse um resfriado, a criança tem dor de cabeça e de garganta.

A doença ataca a garganta (amídalas, faringe, laringe) e o nariz, onde pode aparecer placas brancas, muitas vezes visíveis a olho nu. O pescoço pode ficar inchado e duro. Além desses incômodos, a difteria causa mau hálito e a criança fica pálida. Conseqüências mais graves podem afetar o coração e a criança fica com a fala diferente e com dificuldade para respirar. Portanto, não deixe de vacinar seu filho.

Tétano

O tétano é uma doença que não é contagiosa de pessoa para pessoa; seu contágio é por meio de ferida ocasionada por agulha, tesoura, latas velhas, vidros, arames ou mesmo espinhos de plantas.

Seja em qualquer idade, se uma pessoa se ferir com um desses objetos, normalmente sujos, corre grande risco de ser contaminado pelo tétano. Isso porque o micróbio que causa a doença vive na terra, na poeira da rua e nas fezes de animais, principalmente de cavalo.

As maiores vítimas de tétano são crianças de até 14 anos.

Essa doença ataca o sistema nervoso central, causando rigidez muscular, isto é, deixa os músculos do corpo “duros”, principalmente do queixo, e a pessoa tem dificuldade para abrir a boca, chamado de trismo.

A pessoa também sente dores nas costas, rigidez abdominal e da nuca, espasmos e convulsões. O quadro pode se agravar, causando parada respiratória ou cardíaca.

Higienização no parto – O tétano que ataca a um recém-nascido é conhecido como tétano umbilical ou “mal-de-sete-dias”. Ele acontece quando o umbigo da criança é cortado com uma tesoura contaminada. O bebê sente dificuldade em amamentar, fica com as perninhas esticadas e os braços dobrados com as mãos fechadas.

Coqueluche

É uma doença que ataca facilmente as crianças e é transmissível pelo contato com secreção da boca e nariz, como espirro e fala de pessoas contaminadas.

Correm maior risco os recém-nascidos e bebês que ainda não foram totalmente vacinados, pois eles estão indefesos diante da entrada de seres perigosos. A doença começa como se fosse uma gripe; a criança tem febre e apresenta secreção nasal.

Conforme apresenta a Organização Mundial da Saúde, a coqueluche consiste de pelo menos 21 dias de crises de tosse e a criança respira com um barulho intenso, podendo vomitar.

O período dessas crises de tosse pode durar de um a dois meses ou até mais. As crises de tosse, o choro e a febre enfraquecem a criança. Em casos mais graves, ela pode piorar e morrer.

A maior parte dos casos de morte por coqueluche eram de crianças de até seis meses de idade.

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Vacinas: Tetravalente (DTP + Hib)

O nome da vacina, pó si só, já diz tudo. A Tetravalente vai imunizar a criança contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b. Faz parte do calendário obrigatório de vacinação.

A vacina é realizada em três doses através de injeção no bumbum ou na coxa. A primeira dose é oferecida à criança com dois meses de vida, a segunda com quatro meses e a terceira quando a criança completar seis meses.

Depois das três doses são essenciais os dois reforços com a Tríplice Bacteriana (DTP), que previne a difteria, tétano e coqueluche. O primeiro reforço deve ser feito aos 15 meses e o segundo entre 4 e 6 anos. Depois o reforço será feito a cada dez anos.

Atenção, mamãe: depois da aplicação pode ocorrer febre baixa. Caso a febre ultrapasse 38 graus, recomenda-se uso de antitérmico.

Sobre as doenças que esta vacina imuniza

Difteria (Crupe)

A difteria, também conhecida como crupe, é uma doença que tem como contágio o contato com os infectados, com suas secreções ou com os objetos contaminados por eles. Normalmente se manifesta nos meses frios e atinge, principalmente, crianças de até 10 anos. Começa como se fosse um resfriado, a criança tem dor de cabeça e de garganta.

A doença ataca a garganta (amídalas, faringe, laringe) e o nariz, onde pode aparecer placas brancas, muitas vezes visíveis a olho nu. O pescoço pode ficar inchado e duro. Além desses incômodos, a difteria causa mau hálito e a criança fica pálida. Conseqüências mais graves podem afetar o coração e a criança fica com a fala diferente e com dificuldade para respirar. Portanto, não deixe de vacinar seu filho.

 

Tétano

O tétano é uma doença que não é contagiosa de pessoa para pessoa; seu contágio é por meio de ferida ocasionada por agulha, tesoura, latas velhas, vidros, arames ou mesmo espinhos de plantas.

Seja em qualquer idade, se uma pessoa se ferir com um desses objetos, normalmente sujos, corre grande risco de ser contaminado pelo tétano. Isso porque o micróbio que causa a doença vive na terra, na poeira da rua e nas fezes de animais, principalmente de cavalo.

As maiores vítimas de tétano são crianças de até 14 anos.

Essa doença ataca o sistema nervoso central, causando rigidez muscular, isto é, deixa os músculos do corpo “duros”, principalmente do queixo, e a pessoa tem dificuldade para abrir a boca, chamado de trismo.

A pessoa também sente dores nas costas, rigidez abdominal e da nuca, espasmos e convulsões. O quadro pode se agravar, causando parada respiratória ou cardíaca.

Higienização no parto – O tétano que ataca a um recém-nascido é conhecido como tétano umbilical ou “mal-de-sete-dias”. Ele acontece quando o umbigo da criança é cortado com uma tesoura contaminada. O bebê sente dificuldade em amamentar, fica com as perninhas esticadas e os braços dobrados com as mãos fechadas.

 

Coqueluche

É uma doença que ataca facilmente as crianças e é transmissível pelo contato com secreção da boca e nariz, como espirro e fala de pessoas contaminadas.

Correm maior risco os recém-nascidos e bebês que ainda não foram totalmente vacinados, pois eles estão indefesos diante da entrada de seres perigosos. A doença começa como se fosse uma gripe; a criança tem febre e apresenta secreção nasal.

Conforme apresenta a Organização Mundial da Saúde, a coqueluche consiste de pelo menos 21 dias de crises de tosse e a criança respira com um barulho intenso, podendo vomitar.

O período dessas crises de tosse pode durar de um a dois meses ou até mais. As crises de tosse, o choro e a febre enfraquecem a criança. Em casos mais graves, ela pode piorar e morrer.

A maior parte dos casos de morte por coqueluche eram de crianças de até seis meses de idade.

 

Infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo b

A bactéria Haemophilus influenzae tipo b causa meningite (inflamação das membranas que envolvem o cérebro), sinusite e pneumonia.

Essas infecções geralmente começam no nariz e na garganta, mas podem espalhar-se para a pele, ouvidos, pulmões, articulações e membranas que revestem o coração, a medula espinhal e o cérebro. São doenças graves que podem levar à morte.

As doenças causadas por essa bactéria ocorrem principalmente em crianças menores de 5 anos de idade e a taxa de mortalidade devido à meningite é de 5%.

As seqüelas neurológicas como convulsões, surdez ou retardamento mental estão em 35% das crianças que sobrevivem à meningite.

Outras complicações da bactéria são a sepse (infecção generalizada que causa risco de morte), as pneumonias e as pericardites (infecção da membrana que envolve o coração).

Essas doenças respondem bem aos antibióticos, mas se não houver sucesso com esse tipo de tratamento, o risco de morte é grande.

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Vacinas:Poliomielite (VOP)

Essa vacina imunizará a criança contra a poliomielite ou paralisia infantil. A VOP (oral) é administrada em três doses e um reforço. A primeira dose é oferecida aos dois meses, depois aos quatro e seis meses, o reforço deve ser aos quinze meses. É uma vacina oral; são duas gotas e encontrada no Sistema Público de Saúde.

Como você já deve ter percebido existem dois tipos de vacina contra a polimielite, a VOP (oral) que é aquela das campanhas anuais do Ministério da Saúde que utiliza o vírus em estado atenuado e a VIP (injetável) que utiliza o vírus em estado inativado e é oferecida em clínicas especializadas.

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que a criança menor de cinco anos seja vacinada em todos os dias de vacinação nacional contra a pólio.

Praticamente não há reação contra a VOP. Às vezes pode aparecer diarréia. Deve-se prevenir a regurgitação até 30 minutos após a aplicação da vacina. Portanto, evite dar de mamar para não haver a possibilidade de vômitos.

A poliomielite é uma doença causada por um vírus e é altamente contagiosa. A transmissão do vírus pode ser de pessoa para pessoa e através de contato com fezes contaminadas.

O risco é maior em situações onde as condições de higiene são inadequadas. Soma-se o fato das crianças pequenas ainda não terem hábitos rígidos de higiene desenvolvidos. Por isso, são os pequenos os mais atingidos pela poliomielite.

Vale ressaltar que a transmissão também pode ser feita por contaminação fecal presente na água e em alimentos.

Sinais da poliomielite – Os sintomas iniciais são parecidos com uma gripe associada com náuseas, vômitos e dores abdominais. Esse vírus é capaz de chegar ao sistema nervoso através da corrente sanguínea, podendo ocasionar paralisia total, principalmente das pernas.

A paralisia irreversível geralmente acomete uma em cada 200 infecções. Desses, de 5 a 10% morrem quando os músculos que permitem a respiração ficam imobilizados.

A ótima notícia é que o Brasil recebeu o Certificado de Eliminação da Poliomielite em 12 de dezembro de 1994, isto quer dizer que a doença no país está erradicada. Mas nem por isso devemos nos descuidar.

Não há tratamento para a poliomielite. A melhor forma de preveni-la é, obviamente, vacinando seu filho nas épocas recomendadas.

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Vacinas: Pneumocócica 10 (conjugada)

Essa vacina protege as crianças de bactérias tipo pneumococo, que causam doenças graves como meningite, pneumonia, otite média aguda, sinusite e bacteremia.

A vacina é administrada em três doses e mais um reforço. A primeira dose é oferecida no segundo mês de vida, a próxima aos quatro e seis meses. O reforço é feito aos 12 meses.

O perigo está no ar – A bactéria é contagiosa e transmitida de pessoa para pessoa, principalmente em ambientes fechados, sendo esse um dos motivos para as crianças de creche terem o risco aumentado de doença pneumocócica.

A Organização Mundial da Saúde estima que a doença pneumocócica resulte em até um milhão de mortes por ano de crianças com menos de cinco anos de idade em todo o mundo.

Está presente em cerca de 40% das crianças menores de cinco anos, mas a evolução da doença dependerá da imunidade de cada uma.

Crianças prematuras, menores de dois anos, asmáticas, diabéticas, portadores de Síndrome de Down ou deficiência imunológica são as mais propensas para desenvolver essas doenças.

Bactéria mutante – Um dos grandes problemas no tratamento das doenças causados por essa bactéria é o aumento da resistência aos antibióticos, dificultando a boa evolução do caso.

Sobre as doenças

Pneumonia

É a infecção pulmonar mais comum em bebês. Os sintomas são tosse, dor no peito, febre alta, calafrios e dificuldade para respirar.

Estima-se que o pneumococo seja responsável por 17% a 28% das pneumonias adquiridas entre as crianças.

Meningite

Infecção das membranas que recobrem o encéfalo e a medula espinhal. Os sintomas em bebês são febre, irritabilidade e choro. As maiores costumam ter além da febre, vômito em jato, dor de cabeça e rigidez de nuca.

Cerca de 30% das crianças que tem esse tipo de meningite morrem, segundo dados da Vigilância Epidemiológica de São Paulo.

Otite média aguda

Os sintomas de uma infecção de ouvido médio são febre, irritação, perda de apetite e dor. Pode ocorrer perda de audição e conseqüente atraso na aquisição de linguagem se a otite não for tratada.

Calcula-se cerca de por 30% das otites sejam causadas por essa bactéria.

Sinusite

Infecção dos seios da face. Se não tratada adequadamente pode levar a uma meningite e a uma infecção generalizada. Tem como sintomas obstrução nasal, dor de cabeça, secreção com pus e tosse, principalmente à noite.

Bacteremia

É uma infecção do sangue causada, principalmente, pela bactéria pneumococo. Esse tipo de infecção é responsável por pelo menos 4% das febres dos bebês até os dois anos de vida e só é diagnosticada com um exame de sangue.

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Vacinas: Palivizumabe (VSR)

Prevenção da Infecção pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR)

O VSR é o principal agente das infecções respiratórias que acometem o crianças menores de 1 ano de idade. Em bebês prematuros, o risco de uma evolução mais grave é grande e a hospitalização deles é 10 vezes maior do que bebês nascidos a termo.

A imunização é recomendada para prematuros com idade gestacional inferior a 28 semanas com até 1 ano de idade.

Também deve ser aplicada nos prematuros com idade gestacional entre 29 a 32 semanas até o sexto mês de vida ou superiores a 32 semanas que apresentem dois ou mais fatores de risco.

Para deixar claro às mamães, os tais fatores de risco são crianças institucionalizadas, irmão em idade escolar, poluição ambiental, anomalias congênitas de vias aéreas e doenças neuromusculares graves.

As outras vacinas do calendário de vacinação infantil devem ser administradas de acordo com a idade cronológica do bebê recomendada.

Além da vacinação do bebê prematuro, outros cuidados devem ser realizados para prevenir doenças nesse grupo. Aleitamento materno, não fumar perto do bebê e retardo no início de freqüência a escolas e creches são fatores de diminuição de risco de aquisição de doenças respiratórias.

Outra medida de proteção ao bebê prematuro é a vacinação atualizada de todas as pessoas que lidam com o pequeno.

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Vacinas: Oral Rotavírus Humano (VORH)

O Brasil é o primeiro país a incluir a vacina contra o Rotavírus em seu Sistema Público de Saúde. Desde 2006, todos os cidadãos brasileiros se beneficiam da vacina que previne o vírus que causa principalmente a gastroenterite, infecção que agride o estômago e o intestino.

Cerca de 30% dos casos de diarréia grave nos menores de cinco anos são provocados pelo rotavírus.

Os principais sintomas do rotavírus são vômito, febre e diarréia líquida constante, que se não for tratada pode levar a desidratação e até a morte. Os recém-nascidos são os principais alvos do vírus.

A forma de contágio é fecal-oral. Nos locais onde as condições de higiene são inadequadas (áreas de manguezais e palafitas, por exemplo), o rotavírus contamina pessoas de qualquer idade: basta o contato com alimentos, objetos ou mesmo as mãos contaminadas.

Por tudo isso, lavar as mãos antes e depois de ir ao banheiro, antes das refeições e depois de trocas de fraldas é imprescindível para prevenção. Lavar bem os alimentos e ferver a água antes de tomá-la também ajuda na prevenção do rotavírus.

Leve seu filho imediatamente ao hospital aos primeiros sintomas para uma melhor hidratação.

Vacinação e cuidados- A vacina deve ser realizada em duas doses em forma oral. As reações são pouco comuns.

A primeira vacina aos dois meses e a segunda aos quatro meses. É possível administrar a primeira dose da vacina a partir de 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias de idade (6 a 14 semanas de vida) e a segunda dose a partir de 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias de idade (14 a 24 semanas de vida).

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