Por que os bebês babam tanto?

Por que os bebês babam tanto?

 

Ziraldo

É impossível não notar o aguaceiro que escorre pela boca, pinga do queixo e ensopa o macacão. Há quem credite essa babação ao nascimento dos dentes. Não é bem assim.

Os bebês babam porque ainda não têm coordenação para deglutir a quantidade de saliva produzida, que aumenta a partir dos 3 meses, muito antes da dentição. A mudança na produção tem um nome engraçado: sialorréia.

“É uma salivação excessiva causada pelo próprio desenvolvimento neurológico e bucal do bebê”, explica Mauro Toporovski, professor da pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, em São Paulo. Logo, é normal babar – muito ou pouco. Não é um problema de saúde e por isso não se medica.

A situação melhora por volta dos 2 anos, quando a criança domina a arte de deglutir. Caso não diminua, converse com o pediatra para ter a avaliação de um otorrinolaringologista e de um fonoaudiólogo. O pediatra avisa, porém, que algumas situações também estimulam a produção da saliva, como aftas, dentes, resfriados e o refluxo gastroesofágico. Nesses casos, deve-se cuidar da causa para acabar com a conseqüência.

Veja tambem: vitamina D é fundamental para dentição do bebê

Os cuidados com a alimentação são importantes em qualquer fase da vida. Mas, durante a gravidez, é preciso redobrar a atenção na hora de se alimentar e pensar na saúde da criança que está se desenvolvendo. E uma das principais aliadas de uma dieta equilibrada são as vitaminas. Mas a minoria das mulheres se preocupa com elas.

É o que mostrou uma pesquisa realizada pela Universidade de Manitoba, no Canadá. Apenas 10,5%, das 206 mulheres estudadas, apresentaram um nível adequado de vitamina D no organismo, responsável pela boa formação óssea e bucal do bebê. Essa vitamina é facilmente encontrada em castanhas e peixes e desenvolvida pelo corpo durante banhos de sol.
Das 135 crianças analisadas pelo estudo, 21,6% delas tinham problemas no esmalte dos dentes, enquanto 33,6% apresentaram deterioração deles devido à falta de vitamina D no organismo da mãe durante a gravidez. Mas não é apenas essa vitamina que é importante para o bebê durante a gestação. Todas elas devem estar presentes na alimentação das grávidas.

A vitamina C, por exemplo, é fundamental para as fumantes que engravidaram, uma vez que ajuda na eliminação da nicotina do pulmão e acelera o processo de “limpeza” do organismo.
De acordo com Luis Fernando Pereira Leite, ginecologista da Maternidade Pró Matre Paulista, a alimentação balanceada ajuda a prevenir doenças durante os nove meses.

Descubra a partir de quando e quais vitaminas são importantes durante a gravidez. O indicado pelos especialistas é que elas sejam inseridas na alimentação da futura mãe até o primeiro mês de amamentação. “A partir do terceiro mês, a criança começa a sugar as energias da mãe, por isso existe o aumento de consumo dos alimentos e das vitaminas”, afirma Eduardo Zlotnik, ginecologista do hospital Albert Einstein.

 

Vitaminas Para que serve Quando começar Onde encontrar
      A Importante para o crescimento, visão, firmeza dos ossos e sistema imunológico. A partir do primeiro mês – para quem não tem uma dieta equilibrada. Se sim, a partir do terceiro mês. Ovo, margarina, leite, caju, amêndoas
      B1 Importante para o desenvolvimento dos músculos, sistema nervoso e cérebro. A partir do terceiro mês Carnes, cereais, nozes, verduras, cereja, peixes, arroz e feijão, couve
      B2 Necessária para a formação e manutenção dos tecidos, através do metabolismo de carboidratos, proteína e lípides. (Nunca em excesso) A partir do terceiro mês Carnes, cereais, nozes, verduras, cereja, peixes, arroz e feijão, couve
      B5 Ajuda na saúde cutânea e no crescimento capilar A partir do terceiro mês Carnes, cereais, nozes, verduras, cereja, peixes, arroz e feijão, couve
      B6 Importante para a saúde da gengiva, dentes e sistema nervoso A partir do terceiro mês Carnes, cereais, nozes, verduras, cereja, peixes, arroz e feijão, couve
      B12 Ajuda no sistema nervoso A partir do terceiro mês Carnes, cereais, nozes, verduras, cereja, peixes, arroz e feijão, couve
      C Aumenta a resistência do corpo à infecções. Necessária para a saúde das células, tecidos conectivos, gengiva, ossos, dentes e cicatrização. Melhora a absorção de ferro. A partir do terceiro mês Frutas cítricas como acerola, laranja, limão, morango, maracujá, goiaba, kiwi
      D Ajuda a absorver o cálcio e fósforo. Necessária para a saúde dos ossos, dentes e pele. A partir do terceiro mês Castanhas e peixes. Banhos de sol também fazem o corpo produzir essa vitamina
      E Necessária para o sistema imunológico e funções nervosas. Mantém a saúde dos glóbulos vermelhos. A partir do terceiro mês Amêndoas, avelã
  Ácido Fólico Protege contra defeito do tubo neural. Pode ser útil na redução do risco de problemas cardiovasculares É importante já tomar 3 meses antes de engravidar e até o segundo mês de gestação Carnes, cereais, nozes, verduras, cereja, peixes, arroz e feijão, couve
      K Favorece a formação de substâncias importantes para a coagulação do sangue. A partir do terceiro mês Verduras folhosas, couve-flor, ervilha, óleo de soja, gema de ovo

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